Estrutura
LUTA PELA TERRA
EIXOS
ENSINO
O eixo tem como objetivo compreender a atuação dos movimentos sociais e grupos organizados de luta nos campos e nas cidades, com destaque ao Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e povos originários. A pesquisa aborda a luta pela terra no Brasil como expressão histórica e atual da questão agrária, marcada pela violência, concentração fundiária e resistência dos povos do campo e dos povos originários. Além disso, a pesquisa enfatiza o papel dos movimentos sociais na organização dessa resistência, em especial o Movimento Indígena e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O estudo faz um recorte para a região do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, região altamente marcada pelo agronegócio e por conflitos territoriais. Uberaba e Uberlândia aparecem como espaços de desigualdade e disputa de terras.
Nesse contexto, a pesquisa se articula ao Assentamento Emiliano Zapata, em Uberlândia, que tem uma trajetória de ocupações e lutas do MST, compreendido como território de resistência, produção de alimentos, sendo referência na região.
Por fim, o eixo relaciona a luta pela terra ao debate sobre agrotóxicos, direito à alimentação e agroecologia. A pesquisa critica o uso massivo de venenos e transgênicos, a violação sistemática do direito humano à alimentação adequada, bem como a contradição entre o discurso de garantia de segurança alimentar e a prática estatal de liberação de agrotóxicos.
EXTENSÃO
